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  • Correção de Cicatrizes
  • Todo corte que a pele sofre gera uma cicatriz, e estas cicatrizes serão permanentes, e vão se modificando com o decorrer do tempo. e o aspecto que ela vai assumir depende de vários fatores como: herança genética, idade, diabetes, movimentos bruscos durante o processo de cicatrização, exposição solar e até falta de vitaminas e de […]

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Todo corte que a pele sofre gera uma cicatriz, e estas cicatrizes serão permanentes, e vão se modificando com o decorrer do tempo. e o aspecto que ela vai assumir depende de vários fatores como: herança genética, idade, diabetes, movimentos bruscos durante o processo de cicatrização, exposição solar e até falta de vitaminas e de hidratação da pele.

Cada paciente comporta-se diferentemente de outro, em relação à evolução das cicatrizes, podendo, mesmo, em alguns casos, tornar-se imperceptível. Porém alguns pacientes podem apresentar tendência à cicatrização inestética (cicatriz hipertrófica e quelóide). Não se deve confundir, entretanto, o “período mediato” da cicatrização normal (do 30º dia até o 12º mês) como sendo uma complicação cicatricial. Em alguns casos, uma cicatriz pode tornar-se um trauma maior que o problema que a gerou, como acontece em cirurgias estéticas, e necessita ser removida.

Vários recursos clínicos e cirúrgicos nos permitem melhorar estas cicatrizes inestéticas, na época adequada. Geralmente não são realizadas correções cicatriciais antes de 6 meses. Podem ser utilizados os seguintes procedimentos técnicos: ressecção simples e sutura, ressecção e avanço de retalho, ressecção com enxerto, ressecção e zetaplastia, uso de expansores cutâneos. A anestesia pode ser local e sedação, ou geral, de acordo com a extensão e localização da cicatriz. O pós-operatório terá suas particularidades, de acordo com a técnica indicada.

É recomendável a compressão da cicatriz (através de malhas elásticas e placas de silicone), utilizar bloqueador solar e evitar movimentos que causem tensão sobre a cicatriz.

Infiltração de corticóide, radioterapia superficial ou a betaterapia podem ser indicadas após a ressecção de cicatriz queloideana para prevenção do seu reaparecimento, ou em pessoas com história de desenvolvimento de quelóide anteriormente.

 

Uma orientação mais detalhada sobre terapia não cirúrgica pode ser encontrada no tópico de Cicatrizes Inestéticas.